Cine & Book: Frankenstein

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 Olá galera! Andei inspirado e resolvi por está tag no blog, não sei se ela existe em algum lugar e se existe eu não vi, fuckoff, qualquer coisa posta aí que depois eu credito. Enfim, estive pensando nos filmes baseados em livros e vice-versa que eu já vi e deu uma vontade de compartilhar com vocês. Tentarei, com afinco, postar todo mês ao menos um filme e livro relacionados para vocês, não vai ser uma resenha pois isso é chato pra cacete, será uma espécie indicação, pois tudo o que for postado será com base no que eu gosto, e espero que gostem também! Vamos lá?

FRANKENSTEIN, O MODERNO PROMETEU
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 Acredito que a maioria conheça, ao menos superficialmente, a história de Frankenstein. O romance criado pela autora Mary Shelley vai além do que vemos dos monstros das histórias atuais, ao contrário do que crescemos acostumados, o monstro de Frankenstein é uma figura ingênua, que cresce - intelectualmente - influenciado pelo mundo que há ao seu redor, sendo alvo de discórdia, agressões, e repúdio, e tudo o que ele busca, é uma companhia, ser compreendido, ser amado. Seu criador, Dr. Victor Frankenstein é o personagem obcecado pelos seus objetivos e não chega a medir as possíveis consequências, o resultado de sua obra é uma cadeia de eventos desastrosos.


 Shelley não apela, em si, uma batalha entre monstro e criador, mas sim combates sentimentais e racionais individuais de cada personagem, principalmente conceitos filosóficos que se constroem sobre dores, arrependimentos e necessidades. O livro é um pouco cansativo, mas eu diria que é o tipo de obra que deve-se ler ao menos uma vez na vida, vale cada minuto, não é, de fato, um terror, mas um drama humano ardente e extremamente reflexivo, que trata sobre amor, perda, rejeição e solidão.

Vamos ao lado curioso?
 - Uma coisa bacana da história é que o monstro não possui nome, ele é conhecido como 'o monstro de Frankenstein' por este ser o sobre nome do seu criador.
 - Victor Von Frankenstein, é o personagem criador, estudante de filosofia, anatomia, biologia e química, ele teria construído o 'monstro' a partir de pedações de cadáveres costurados e teria reanimado os pedaços, como um todo, com uma descarga elétrica durante uma noite tempestuosa.
 - A revolta inflama nele principalmente quando Victor o rejeita, então ele parte para a vingança.
 - Segundo algumas fontes, houve a menção de duas inspiração para a criação da história para Shelley: Dr. Konrad Dippel, alquimista famoso por ter inventado, por acaso, o ácido cianídrico. Ele foi expulso de Estrasburgo, acusado de exumar corpos para experiência anatômicas "bizarras", ele costumava trabalhar com afinco na ideia de dar vida à corpos mortos. E o cientista amador Andrew Crosse, autor de audaciosas experiências eletromagnéticas e metalúrgicas. Há também um anúncio público da autora que conta ter tido a ideia a partir de um sonho. Desse modo, a origem do doutor Frankenstein nunca foi bem solucionada.
 - Ela tinha apenas 19 anos quando criou a história em uma roda de amigos intelectuais que fizeram uma brincadeira para passar o tempo. O nome Frankenstein é o nome de uma antiga cidade na Silésia, local de origem da família Frankenstein. Mary Shelley teria conhecido um membro desta família, o que possivelmente influenciou sua criação.

 O MONSTRO POR J. WHALE & B. KARLOFF

 Escolhi o filme de James Whale, pois apesar de muitas críticas, eu gosto da forma como ele construiu a história do Dr. Victor e seu monstro. Karloff faz uma atuação bem bacana, incorporando um monstro sem muita consciência além da busca por vingança.

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 A maquiagem e a produção do filme ficaram muito legais e interessantes e Whale conseguiu desconstruir o complexo filosófico dos personagens e da trama e reaplicou de forma sutil dentro de uma rixa mortal entre os personagens - é legal que no filme Fritz, assistente do Dr., leva um cérebro de um ex-condenado para uso na criatura, e isto fica como uma possibilidade de motivo da maldade no monstro. Sem falar que também há os aspectos que seguem até hoje no terror da sétima arte, como a imagem do cientista maluco, o assistente corcunda, as condições desfavoráveis, o espírito vingativo e a consciência de um expectador.
 Livro e filmes magníficos, dignos de atenção, fica a recomendação e abertura do nosso Cine & Book!

 Existem muitas versões dos filmes do Frankenstein, e também continuações, como The Bride of Frankenstein, também com Karloff. Achei uma porção de imagens de capas diferentes e cenas de uns e outros filmes, ilustrações - sim, o moderno Prometeu já foi até transformado em HQ -, pinturas e tal, vou deixar algumas aqui para vocês verem, é super bacana, espero que gostem.

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Capas de volumes impressos pelo mundo

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 Fragmentos do monstro por Boris Karloff em Frankenstein (1931)

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Pintura de Johann Heinrich Füssli "The Nightmare" (1781) comparada à Mae Clarke em "Frankenstein" (1931)

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Capa de divulgação de The Bride of Frankenstein

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Elsa Lanchester em The Bride of Frankenstein (1935)

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Illustrações de Bernie Wrightson para a primeira edição de Frankenstein (1983) para Marvel.

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E é claro, não podia faltar, minha ilustração do transcendente amor entre Frankenstein e a noiva.

 Para quem ainda não conhece nenhum dos trabalhos, vou deixar os links do livro e dos filmes para vocês! Obrigado pela companhia e até mais <3

 Confira o livro: Frankenstein [PDF] - Skoob
 Confira mais sobre o(s) filme: Frankenstein [Jame Whale - 1931] - Lista de filmes
 Fontes: Public WSU- M. S. Wikipedia - Frankenstein Wikipedia

A poesia amorosa entre Batman e Coringa, por G. Preciado e D. Bayliss

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 Faz algum tempo que a
fanfic The Deal”, uma história entre Batman e o Coringa, escrita por Gerardo Preciado e ilustrada por Daniel Bayliss, caiu na internet postada originalmente pela Moonhead. Sei que muitos que acompanham a(s) trajetória(s) do morcegão tem seus próprios pontos de vista sobre suas relações com os vilões, mas está fanfic me mostrou algo sublime, especial, e decidi compartilhar e fazer um téti-a-téti com vocês… Mas antes de mais nada, vamos espiar o conteúdo, boa leitura.

 Obs.: O conteúdo está na língua original, para manter a essência, claro, mas quem quiser conferir o material traduzido, é só acessar: O Acordo (The Deal)

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Bom, ficou visível os extremos nesta história. É também notável a forma como o uso do termo “amor” é exagerado, mas pode ser interpretado de diversas formas. Temos em mente que o Batman e o Coringa são rivais triviais, o oposto da mesma moeda. O morcegão é regido pelos valores pessoais, e inspirado no típico heroísmo grego, como honra, verdade e justiça, e isto está tão fixado em seu personagem que o impede de matar e também de deixar que outros morram, mesmo que sejam atos sóbrios dos próprios vilões. Ele é um extremo. O Coringa possui um espírito que desloca tudo o que é o Batman, ele busca destruir, desconstruir, desorganizar, alterar os padrões mas em um outro extremo, sem piedade e também cruel. Mas assim como ambos são extremos, eles possuem uma visão, de forma tênue, inversa um do outro.

Batman considera o Coringa como uma abominação, um monstro, uma ameaça, e quer transformá-lo, retirá-lo desta realidade, e querendo ou não, poupar a vida do vilão sempre que está prestes a ter o resultado dos conflitos em seus encontros, é uma via para tentar “salvá-lo” deste monstro interior, tirá-lo deste extremo, assim como o Coringa quer corromper o Batman, transformar ele uma abominação, e está sempre tentando levá-lo ao extremo para torná-lo de fato, um monstro.

Essa imagem onde o Coringa parece enganar ou abrir os olhos do Batman - dependendo do seu ponto de vista -, é o que torna está fanfic interessante. Não haveria sentido para que o herói tomasse tal atitude sendo que ele é inspirado em valores tão nobres, mas por outro lado, a forma como o Coringa destaca um ser do outro, mostra que um só existe pelo outro, como em um ciclo infinito, e mesmo que um morra, surgirá outro para substituir e continuar está caçada infinita.

É algo sutil, e peculiar, mas Preciado conseguiu erguer este diálogo de uma forma trivial, e a narração de desfecho impõe que aquela ilusão poderia ter seguido outro caminho. A proposta do suicídio poderia ter sido simplesmente anulada pelo Batman; já que tudo era ilusão, não havia necessidade de ambos agirem como agiram, mas o morcegão cedeu, abriu mão do que realmente era e imergiu em uma filosofia indo além do bem e do mal, da coexistência de tais polos, ele via apenas a relação tênue, sombria, e ao mesmo tempo distinta e doce.

Se é isto, não tenho certeza, sei que o roteiro ficou no mínimo interessante e é muito válido para se refletir sobre esta relação entre os personagens. E você, o que achou?

Um pouco de arte, blá blá blá e planinhos :D

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 Olá galera! Ressurjo das cinzas rs Sério, foi mal novamente pela ausência, estive trabalhando horrores, sabem como é, início de ano é movimentado e tem viagens, etc. Acompanhei o post da maioria dos blogs que costumo visitar, não pude comentar todos, claro, mas vou compensar isto, okay? Vamos ao que interessa e chega de blá blá blá.

Dá um play aí!

 Bom, ando trabalhando em alguns projetos, nos últimos dias tenho pintado bastante, inspirações para tatuagens, sabem, tentando encontrar o meu estilo, e acho que consegui. A ideia foi misturar um pouco de Dotwork com Watercolor, e acho que deu certo, vou deixar alguns desenhos aqui para vocês espiarem, espero que gostem. Ah! Não esqueçam de acessar meu portfólio (www), sempre tem coisa nova por lá :D Agora tem até os meus trabalhos acadêmicos, e tal.

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 Então, espero que tenham gostado. A correria não para, a maioria já sabe do meu livro lançado em Novembro do ano passado, Os Herdeiros da Terra de Mour, bom, a editora já me pediu o segundo volume, então a ralação vai aumentar. Porém, estou trabalho sobre a web série As Cinzas da Fênix, quem leu? Pois é, mudei um bocado a história, deixaria ela mais frívola, sangrenta, cruel, e romântica também, não se preocupem, mas acho que dessa vez vou acertar no passo rs. Espero deixar vocês ansiosos. Quem ainda não conhece meus livros, acesse aqui ó - www - e confere lá <3 Ah! O Extraordinário Mundo de Greta está para download FREE!

 Dia 10 está quase aí! Estou louco para voltar para a aula, sério, não aguento mais essas férias, acho que férias deveriam duas 2 semanas apenas. Tudo bem, eu estou trabalhando, estagiando e fazendo tatuagem, mas ainda assim, grande parte dos meus dias eu fico ocioso, precisava de mais um estágio ou algo assim, de qualquer forma, estudar já vai me animar bastante. O lado bom é que nesse meio tempo ocioso eu posso investir nos projetos paralelos, posso ler pra cacete e assistir algumas séries e filmes...

tapes, movies tapes.
 Ba! Quem acompanhou House of Cards? Puta série, não é? Assisti as duas temporadas direto, frenético mesmo rs, e também alguns filmes - a maioria ainda nem saiu aqui nos cinemas -, um dos melhores foi Fury, Whiplash, Birdman e Grand Hotel Budapest, todos ótimas produções e eu super recomendo... Não vou deixar de lado outros títulos como Red Tails, John Wick e Drive!

 Enfim, vou deixar esse papo para um outro post, okay? Assim fica mais organizado e eu falo de cada um e indico os que eu tenho gostado, inclusive as leituras também. O que acham? Chega de blá blá blá.

Obrigado pela companhia galera <3

Por que danças sob o luar, oh bela dama?


Bela Dama 

Por que danças sob o luar, oh bela dama?
Carregas em sua sutil seda,
Toda a beleza deste universo,
E o singelo véu da noite.

Instiga-me em dançar ao seu lado,
Mas parece tão intocável.

Eu sei, conheço essas notas,
Como uma balada romântica,
Eu vou tentar, eu vou chegar,
Estarei aí em breve, e dançaremos sob o luar.

Enquanto isto, te admiro,
E admiro aqui de baixo.


Por W. Albuquerque.


* Direitos Autorais - clique aqui.

Um gole de Candelaria Carballo


 Olá delícias! Como andam as coisas neste primeiro mês de 2k15? Espero que bem :D Bom, vou aproveitar essa semana para por em dias os comentários, visitar seus blogs lindos e conversar um pouco, e para dar partida e tal, trago para vocês uma entrevista com uma artista argentina maravilhosa, uma das minhas inspirações rs, Candelaria Carballo. E putz, meu sonho ainda é trabalhar com ela, seja numa série artística ou ambiente de dermopigmentação, mas chego lá rs
 Não alterei nada do texto original nem traduzi para não tirar a essência, então quem não conhece muito bem o inglês, bate um tradutor aí, tem aqui no site, no canto inferior direito. Aos que conhecem um pouco mais, aproveitem! Confiram também os trabalhos dela no site Candelaria Carballo.

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what was your first contact with art? 
the truth is i´ve been doing art since always, i think all kids are artists and i was no exception, i remember drawing, painting, and making crazy things with wax, clay, mud and whatever came my way.

how do you see the tattoo in the world today? With so many different styles and artists. 
i think we are in a great time for the tattoo world today! tattooing is an ancient art, but decades ago it was seen as something taboo, tribal and in some cases marginal, now the boundaries between fine arts and tattoo are disappearing, more and more last years have been appearing creative visual artists, outsiders from the classic tattoo culture that has chosen skin to expand their possibilities of expression.

what are your main references? 
i don´t have main references to be truth.. i think using others work as references could be limiting although i admire and get inspire by a lot of artists i like.
Amanda Wachob was for example the first one i saw doing something really different on skin, her work gave me the impulse i needed for stop limiting myself about the concept of a tattoo and how it should be look like. 

what else inspires you when creating? 
Emotions have always been my main inspiration. off course i get inspire by physical things too, like the infinite color shades of nature.. but it´s always about how that colors or that music or that phrase makes me feel and trying to get that feeling into one piece of art. share it, communicate it.
as you see and define your art? 
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i think there are some obvious features like feminine and expressionist in my work but i don´t like to define myself, mostly because i´m constantly changing.

what do you think about being one of the main references in the world of tattoo watercolor? 
surreal is the best word i have to describe it haha i don´t know how i ended up being a tattoo artist in the first place, i don´t even consider myself one to be true, for me tattooing it´s just another thing of many things that i do. having that kind of impact and appreciation in the tattoo world is flattering of course but a bit scary for me to be honest.

tell us a bit about yourself:
Its difficult for me to write and tell about myself, i think thats the reason i draw and paint. that´s my way to show others who i really am and feel.



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